sábado, 21 de fevereiro de 2015

Uma Ode ao Teatro e à Loucura



Hoje gostaríamos de fazer um brinde à vida! Estourar a tampa da libido e permitir que a tumba se revire! Desacorrentar os padrões encadeados que envolvem esta carcaça-mortalha. Digno de um renascimento absoluto, eu anuncio a Era de Peixes! O recomeço que está no final zodiacal. Contemplo este horizonte, que se estende, com apreço e confiança no mundo novo. Acredito, do fundo de minha alma, que a morte se faz necessária, enterrada no passado, pois ela se torna forte, e se faz notar enquanto uma nova esperança na espreita do futuro. No presente está a vida, e se pode contemplá-la com todo seu resplendor! Aquele que viveu testemunhou, sua verdade pura e única. Mas aqueles que mergulharam na profundidade da alma, contemplaram a verdade e além dela...Descobrindo um labirinto, o homem se arriscou, se perdeu e se encontrou. Avistou muitas verdades e em algumas acreditou. Já no infinito se pode notar que as verdades se desfazem, e assumem as formas mais belas que se pode imaginar, como se todas as verdades morressem ao mesmo tempo e renascessem sendo uma só...A percepção e contemplação do TODO é uma das coisas mais belas que existe, pois nada é maior que tudo! E é neste vazio do abandono de si mesmo, que a morte do EGO nos liberta! Por isso hoje queremos brindar à loucura, e fazer uma homenagem àqueles que tiveram a coragem de encará-la de frente, dançaram com a vida e espreitaram a morte de pertinho, acreditaram na sua sorte, e hoje estão mais fortes do que nunca! Um brinde àqueles que vivem na arte, nos palcos da vida, apresentando todo seu resplendor! Com vós queremos compartilhar nosso grito de Liberdade! Estaremos, em breve, oferecendo serviços psicológicos online, pois acreditamos na expansão de uma nova consciência, temos a pura convicção de que as tecnologias estão a serviço do bem e da cura, e estamos dispostos a dar nossa contribuição e esforços na transmutação da vibração planetária, convidamos a todos para participar deste processo, e vamos juntos construir um mundo novo!

domingo, 12 de junho de 2011

O PRINCÍPIO DA COOPERAÇÃO.

           Quando falamos em cooperação logo nos vêm à mente a imagem de um grupo de pessoas unidas e trabalhando por um ideal compartilhado, o que não deixa de ser extremamente válido e verdadeiro. Por outro lado se procurarmos expandir este conceito, procurando enquadrá-lo dentro de um paradigma holístico, poderíamos obter outra visão, a de um organismo forte e sadio, composto de diversos outros organismos, lutando por um único ideal que é a própria unidade e integralidade. Alguns grupos tem um potencial mágico de nos fazer sentir parte de algo maior de que nós mesmos, principalmente quando este conjunto de pessoas possuí um propósito nobre, claro, puro e verdadeiro.     
Este sentimento provém na sua essência da genuína sensação de transcendência, que uma prática ligada a valores e propósitos afastados do ego e das aspirações individualistas pode proferir.  A partir de experiências em que a transpessoalidade pode aflorar e se manifestar, individualistas podem romper com o véu do isolamento, desfazendo crenças e descontruindo padrões de percepções enraizados em visões arcaicas de mundo, nas quais ainda imperavam uma crença maior, de que a verdadeira felicidade e satisfação se encontravam nas realizações individuais e pessoais.
Hoje sabemos que estas crenças egoístas só construíram castelos de ilusões, contribuindo para a aquisição de um modo de vida moderno no qual nos sentimos solitários em meio a uma multidão. Talvez esta seja a maior contradição da modernidade, mas temos o dever e o direito de romper definitivamente com tais padrões insustentáveis. Falamos cada vez mais em sustentabilidade, porém ainda possuímos comportamentos e hábitos que não se sustentam mais! Não conseguimos perceber que nós devemos ser a mudança e a transformação que queremos ver no mundo, ou seja, qualquer mudança ou transformação em escala planetária só será possível, quando houver uma mudança mais significativa no padrão de consciência de toda a humanidade.
Assim, falando em cooperação percebemos que esta palavra carrega um significado amplo, e que também nos remete a um sentido de unidade, nos traz a lembrança ancestral de um tempo em que éramos todos uno neste planeta, interligados entre a nossa espécie através dos grupos primitivos, essenciais à nossa sobrevivência e preservação enquanto seres humanos. E também profundamente ligados e conectados com a terra, pois dela dependíamos e a ela nos resignávamos em atitude de respeito e louvação. Este sentido do sagrado na relação com a terra foi sendo profundamente alterado durante todos os milhares de anos de civilização, mas ainda hoje alguns grupos conseguem acessar, através do resgate e do estudo de tradições milenares e práticas ritualísticas, estados de consciência que na verdade residem nas profundezas do nosso próprio inconsciente coletivo.
Tais estados de consciência, nada mais são do que a sensação de paz e harmonia que provêm da noção de estar profundamente conectado a um todo maior, e do qual nos sentimos partes como células de um mesmo organismo. Assim sendo, a verdadeira realização e paz de espírito só podem ser alcançadas genuinamente, a partir desta visão, através de práticas coletivas que representem um bem maior do que a satisfação pessoal de seus próprios desejos.  O trabalho da psicologia arquetípica é o de efetuar uma escavação arqueológica em nosso inconsciente, para dali suscitar as imagens carregadas de simbolismo que nos permitem entrar em contato com nossas potencialidades adormecidas.
Estas potencialidades estão ligadas a saberes ancestrais e intuitivos, que muitas vezes não conseguimos acessar. Mesmo quando acessamos através de lampejos de consciência, ou até mesmo em sonho, temos dificuldade para incorporá-los ao nosso dia a dia de forma efetiva, uma vez que o ritmo do cotidiano não nos permite pararmos para contemplar ou vislumbrar tais lampejos ou como costumamos chamar “insights”. Assim, isso rapidamente volta para o inconsciente novamente e fica guardado numa gaveta, até que uma situação seja capaz de nos sensibilizar para um aspecto humano adormecido, isso se manifesta através de uma forte emoção que muitas vezes nos arrebata, pois quase sempre não nos sentimos preparados, para enfrentar algumas questões tão naturais e humanas, como a morte, a perda ou o abandono. 
É neste momento em que situações radicais como as tragédias que acompanhamos ultimamente despertam um profundo sentimento de solidariedade e cooperação. A pergunta que fica é: se existe este sentimento que emerge na coletividade em situações de desespero de uma forma tão arrebatadora que chega a nos emocionar, porque não conseguimos ainda aplicar este profundo potencial humano de cooperação e solidariedade, em ações sustentáveis de generosidade, gentileza, altruísmo e amor. O que se vê por todo lado é que cada um só quer pra si, sem perceber que a verdadeira vitória é coletiva e é de todos nós! Não faz sentido chegarmos ao topo sozinho, sem ter com quem compartilhar nossas vitórias e derrotas do dia a dia, afinal todos perdemos e ganhamos, somente porque ainda competimos.
Quando conseguirmos construir sociedades baseadas no princípio da cooperação, e abandonarmos o padrão da competição, todos seremos vitoriosos, não haverá melhores e piores, mas sim diferentes e únicos, pérolas preciosas de unicidade, todos seremos autênticos, pois entenderemos que na diferença é que  reside o valor, e que na soma das diversidades que está a presença da unicidade maior da qual fazemos parte. Ter consciência do nosso lugar e importância, enquanto agente ativo e coletivo de transformação ambiental e social, se faz na medida em que somos capazes da alterar nossos padrões, a princípio de consciência, entendendo que toda mudança parte de dentro. Somente no vazio do silêncio é que podemos ouvir as coisas que precisam ser consertadas.
Até que possamos ver vingar nossas sementes de transformação, em outras palavras devemos dar o exemplo, e ser o melhor modelo que pudermos, a princípio para nós mesmos. Para assim, gerar um campo de transformação, abrindo caminho para as mudanças políticas, sociais e ambientais que queremos ver no mundo. É de dentro de nós mesmos que tudo parte, nas pequenas ações sustentáveis, primeiramente com nosso corpo, com nossa casa, nossa família, nossa sociedade e nosso planeta. Que este texto fique como um convite para alguns uns minutos de silêncio e reflexão, depois desta leitura relaxe um pouco e procure se focar naquilo que você quer ver mudando em sua vida. Procure colocar isso em prática sem cobrar tanto dos que estão à sua volta, se coloque receptivo ao novo e as mudanças que outros lhe propuserem, aceite alguns convites e faça diferente! É só uma sugestão! Um Forte abraço de paz e harmonia com o desejo de ter cooperado!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Nada se perde, tudo se transforma!





Nada se perde tudo se transforma - CAPS-I (2006)


Quando já não reconheço meu espaço é hora de intervir...


O meio nos adapta e nós adaptamos o meio aos nossos fins...


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Relembrar é Viver...


    
Primeira Oficina Terapêutica de Animação - CAPS-I (2006)


                   Centro de Atenção Psicossocial Infantil (CAPS-I) Florianópolis-SC


                    Matando a saudade de bons encontros em sextas-feiras frutíferas.


Relembrar é reviver para poder aceitar, compreender e transformar.

sábado, 2 de abril de 2011

A PSICOLOGIA E O CONTATO COM A ALMA

Para o estudioso da obra do psicólogo Carl G. Jung o autor James Hillman, acima de tudo alma é entendida como “uma perspectiva, ao contrário de uma substância. Um ponto de vista sobre as coisas, mas do que uma coisa em si.” (HILLMAN, 1991, p. 40). Ele identifica alma diretamente com ANIMA, e procura desfazer a ilusão de que ANIMA está em nós, ao invés de nós estarmos na ANIMA. Hillman diz que porque tomamos a ANIMA personalissimamente, ou porque ela engana o ego, desta forma, perdemos o significado mais amplo da alma. Esse significado mais amplo constela a alma como uma perspectiva genuinamente psicológica: esse IN ANIMA, nos diz Jung, ser humano é ser na alma desde o começo.


Podemos ver que ANIMA, a alma está por tudo e em tudo, não só na interioridade feminina do homem. Está no homem e na mulher. ANIMA pertence a todas as coisas, exatamente como a possibilidade de interioridade de todas as coisas. ANIMA refere-se numa só palavra a interioridade. Hillman nos faz enxergar os arquétipos como as estruturas básicas da imaginação e nos diz que a natureza fundamental dos arquétipos só é acessível à imaginação, e apresenta-se como imagem. Se o conceito básico da psicologia arquetípica é então o arquétipo, sua área de atuação focaliza-se na imagem.

Encontramos a psicologia arquetípica voltada para o trabalho com a imaginação focada em ressuscitar nosso interesse pela capacidade espontânea da psique de criar imagens. Jung diz que “imagem é psique”, radicalizando a idéia de que a realidade psíquica é constituída de imagens. Desta forma, “ficar com a imagem” transformando-a numa regra básica no método da psicologia arquetípica. “Ficar com a imagem” irá influenciar todo o método terapêutico, especialmente no que toca a questão da interpretação.

As imagens psíquicas podem ser encaradas como fenômenos naturais e necessitam ser experimentadas. As imagens necessitam de relacionamento, não de explicação. No momento em que interpretamos transformamos o que era essencialmente natural em conceito, em linguagem conceitual, afastando-nos do fenômeno. Uma imagem é sempre mais abrangente, mais complexa, do que um conceito. As imagens são o meio através do qual toda a experiência se torna possível, em toda imagem há uma múltipla relação de significados, de disposições, de proposições presentes simultaneamente. Nossa incapacidade de experimentar e vivenciar a simultaneidade de significados de cada imagem vem da necessidade de transformá-la em histórias, em temporalidade.

Mas no reino do imaginário todos os processos que pertencem a uma imagem são inerentes a ela e, ao mesmo tempo, estão presentes em nossa alma através dos arquétipos. Portanto, alma é a metáfora-chave ou raiz metafórica, desta abordagem e indica na verdade aquilo de que se está falando. O que está por baixo, na direção vertical, na profundeza é alma. Alma refere-se à profundidade tem a ver com a profundeza de nós mesmos.

A depressão leva o sujeito necessariamente para baixo, para um aprofundamento em si mesmo. Diminui o ritmo, desacelera o intelecto, aproxima o horizonte. Talvez nada hoje em dia consiga para nós o que consegue a depressão, e por isso sua presença tão marcante: esforços da farmacologia à parte, na depressão somos lançados irremediavelmente no vale da alma.

A alma, no entanto, deve ser imaginada, não definida. É uma metáfora, e ao mesmo tempo um campo de experiências. Essa metáfora, além de tudo não intenciona a “cura da alma”, mas ao invés disso facilitar aquilo que Hillman sugere como cultivo da alma (soul making): o aprofundamento dos eventos em experiências.

Podemos nos aproximar um pouco mais do uso que a psicologia arquetípica faz da palavra alma contrastando-a com o seu oposto o espírito. Se a alma é aquilo que está no fundo nas profundezas, o espírito está nas alturas. O contraste serve para nos dizer que a análise não é uma ocupação espiritual. A alma nos remete aos sonhos, às imagens. O espírito nos conduz a iluminação e transcendência. Hillman diz: “O espírito está nos picos, a alma está os vales.”

A alma volta sempre às mesmas feridas para extrair delas novos significados; volta em busca de uma experiência renovada, mas na repetição, na circularidade, o ego é forçado a conscientizar-se de que há outra força governando a coisa toda. Há um aspecto ritual aqui, a circularidade, por fim, nos personaliza. Do ponto de vista da alma a repetição é uma maneira de nos tornarmos aquilo que somos.

Adaptado de artigo de Gustavo Barcellos - Anima 30 anos após Jung
Instituto Junguiano de São Paulo

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Oficina Terapêutica de Animação estimula crianças e adolescentes a produzirem trabalhos artesanais em mídia.

Será oferecida no centrinho da Lagoa, a partir de março, uma oficina terapêutica de animação para crianças e adolescentes  focada na produção artesanal de peças audiovisuais, utilizando as técnicas de stop motion e pixalation. Estas técnicas permitem, através de uma atividade em grupo, explorar parte do trabalho de produção de mídia, fazendo uso de ferramentas digitais (computador e máquina fotográfica) que possibilitam dar vida e movimento a personagens, criados a partir de diversos materiais (stop motion), ou através de jogos teatrais, onde os próprios participantes interpretam os personagens a partir de exercícios de expressão corporal, que são fotografados e animados digitalmente (pixalation).
Estes exercícios estimulam a criatividade, a espontaneidade e o desenvolvimento do espírito de coletividade e cooperação através do jogar, contribuindo para o desenvolvimento harmonioso de diversos aspectos da personalidade. A oficina possui um viés terapêutico, porém, também apresenta um caráter socioeducativo embasado nos aspectos da mídia-educação, que busca fornecer recursos para se compreender melhor a linguagem, pela qual operam os diferentes meios de comunicação. Procura-se oferecer, também, um espaço de diálogo entre a produção e o consumo de mídia pelas novas gerações, que crescem cada vez mais expostas a diversos meios de comunicação.
Percebemos que localidades de cultura tradicional, como a Lagoa da Conceição e diversas outras comunidades de Florianópolis, vêm sofrendo um intenso processo de transformação, não somente de seus espaços físicos, mas, sobretudo, em relação à sua identidade cultural.  A partir da emergente necessidade de se relacionar com os valores que vêm de “fora”, trazidos pelos ventos do turismo e pela crescente onda da proliferação de dispositivos tecnológicos, que fornecem inúmeras possibilidades de produção, consumo e compartilhamento de mídia. Nos leva a pensar que estamos vivendo em meio a uma revolução na forma de nos comunicarmos.
Partindo-se do princípio de que o ser humano é um ser social, e se constituí através da forma como se relaciona com o mundo e com a sociedade, presumimos que existe, também, uma revolução na forma como se desenvolvem as subjetividades e as identidades das novas gerações. Os ditos nativos digitais, por sua vez, têm cada vez mais expandido o conceito de identidade para além de qualquer senso de comunidade, que não seja aquele tangenciado pela cobertura das redes sociais, tecidas através de conexões que escapam às antigas noções de comunidade e espaço social.
Ao mesmo tempo, assistimos a uma crescente epidemia de diagnósticos de hiperatividade, assim como, uma consequente busca por medicações que contenham a pulsante agitação e ânsia de toda uma geração ávida por se comunicar, e mais do que isso, com potencial para criar uma linguagem e uma cultura própria através das novas tecnologias, que em sua grande parte foge ao conhecimento dos pais e professores. Surge assim, toda uma gama de possibilidades de compartilhamento de significados, afetos e valores através de novos signos sonoros e visuais, que constituem os emergentes símbolos de uma nova cultura digital.
Para o psicólogo Carl G. Jung, o conceito de "Anima", também, está ligado à energia que dá vida e coloca em movimento os corpos que por si só, são providos apenas de matéria bruta. Desta forma, podemos entender que a palavra "Anima" também designa a alma ou a essência de um corpo. Esta palavra foi escolhida para ilustrar a oficina de animação, também, para anunciar o objetivo de oferecer um processo de sensibilização estética, que procura despertar na alma dos participantes um espírito crítico, porém, compreensivo e tolerante para com as diferenças. Atentos para as construções de estereótipos, preconceitos, significados, valores e representações veiculados nos meios de comunicação, conceitos que também deverão ser discutidos e refletidos através da produção de peças audiovisuais pelo grupo.
 De igual forma, pretende-se criar um espaço de discussão e de mediação para temas e conflitos em comum vivenciados por diferentes pessoas que participam deste processo de reconfiguração cultural. Observamos que, ultimamente, crianças e adolescentes cada vez mais adquirem espaço na sociedade, assumindo um papel mais ativo dentro das decisões familiares. Sabemos, também, que este potencial de consumo e capacidade de comunicação desta nova geração merece receber uma orientação mais específica, a fim de que possamos formar cidadãos críticos para um mundo que demanda, cada vez mais, consciência no consumo, tolerância às diversidades e o respeito às minorias.
Acreditamos que este pode ser um processo terapêutico definitivamente alternativo e inovador, pois, partindo de um trabalho em grupo, realizado em uma clínica psicológica convencional, pretende-se expandir o próprio conceito de clínica, e levar a voz dos participantes para circular por outros espaços. A fim de se relacionar com outras vozes, possibilitando novos encontros e diálogos, através de novas configurações do que pode continuar a vir a ser humano demasiado humano. Ainda!
Traga seu filho para fazer novos amigos, aprender a produzir animações e alimentar seu espírito crítico e estético, através de um trabalho de sensibilização e criação de textos de mídia. Ainda estamos formando grupos para este semestre. Contatos com o psicólogo, Fábio Lessa Peres, através dos telefones 3232-5115 ou 8821-5097, e-mail peres.fabio@gmail.com. Marque um horário para uma visita e venha conhecer o nosso espaço! Rua Manoel Severino de Oliveira, n. 515, sala 105.

Fábio Lessa Peres
Psicólogo (CRP-12/08899).